Importações da Tailândia

A Tailândia, localizada no sudeste asiático, é reconhecida mundialmente pelas argolas no pescoço e toda a cultura por trás do país. Dessa vez, vamos ver as importações da Tailândia para o Brasil, assim como os principais produtos tailandeses importados para os brasileirosJá podemos te adiantar que as importações Thai tiveram, em 2020, 0,9% de participação, alcançando o 21º lugar no ranking de principais países importadores.

Agora, vamos discorrer sobre todos os fatos e dados do país asiático e a sua parceria com a nossa nação latino-americana. Pegue o seu café e vamos nessa!

Se você tiver curiosidade em saber também sobre as nossas vendas para lá, leia o artigo sobre exportações para a Tailândia.

Imagem: Daniel Nebreda. Pixabay.

Importações da Tailândia: dados

Para começar falando de dólares, a receita final de importações, em 2020, foi US$ 1.478,2 milhões, enquanto no primeiro semestre de 2021, totalizou US$ 1.535,5 milhões. Um ponto a ser comentado é que houve um aumento de participação nas importações no atual ano, tendo 1%. A Tailândia subiu de posição no ranking de importações, ficando em 21º lugar.

Em ambos os anos o superávit foi uma realidade, atualmente, o saldo é de US$ 741,6 milhões, enquanto ano passado foi de US$ 489,5 milhões, tendo um crescimento relativamente alto.

Principais produtos importados da Tailândia para o Brasil

A trajetória dos produtos envolvidos nas importações da Tailândia para o Brasil são, em sua grande parte, do setor indústria da transformação e agropecuária. O top 10 produtos oriundos do país asiático podem ser ilustrado assim:

Produto % US$ FOB
Partes e acessórios dos veículos automotivos 11% 162 milhões
Máquinas de processamento automático de dados e suas unidades, para registrar dados, leitores magnéticos ou óticos 6,5% 95,9 milhões
Látex, borracha natural, balata, guta-percha, guaiúle, chicle e gomas naturais 6,1% 89,5 milhões
Válvulas e tubos termiônicas, de cátodo frio ou foto-cátado, diodos, transitores 4,7% 69,1 milhões
Demais produtos – Indústria da Transformação 4,6% 68,4 milhões
Equipamentos de telecomunicações, incluindo peças e acessórios 4,3% 64,1 milhões
Bombas, centrífugas, compressores de ar, ventiladores, exaustores, aparelhos de filtrar ou depurar e suas partes 4,0% 58,6 milhões
Máquinas e aparelhos elétricos 3,6% 52,6 milhões
Artigos de vestuário e seus acessórios de outros tecidos 3,2% 47,1 milhões
10º Motocicletas, bicicletas motorizadas ou não e veículos para inválidos 3,0% 44,4 milhões

Fonte: ComexStat – Dados retirados de janeiro até dezembro de 2020.

Já nos primeiros seis meses de 2020, os principais produtos importados foram, respectivamente:

  • Partes e acessórios dos veículos automotivos (11%)
  • Máquinas de processamento automático de dados e suas unidades, para registrar dados, leitores magnéticos ou óticos (6,5)
  • Látex, borracha natural, balata, guta-percha, guaiúle, chicle e comas naturais (6,1)
  • Válvulas e tubos termiônicas, de cátodo frio ou foto-cátado, diodos, transitores (4,7%)
  • Demais produtos – Indústria de Transformação (4,6%)
  • Equipamentos de telecomunicações, incluindo peças e acessórios (4,3%)
  • Bombas, centrífugas, compressores de ar, ventiladores, exaustores, aparelhos de filtrar ou depurar e suas partes (4,0%)
  • Máquinas e aparelhos elétricos (3,6%)
  • Artigos de vestuário e seus acessórios de outros tecidos (3,2%)
  • Motocicletas, bicicletas motorizadas ou não e veículos para inválidos (3,0%)

Quais são as suas apostas para o final de 2020?

Importações da Tailândia: fatos

O pódio da Tailândia pode ser visto da seguinte forma: 25º lugar em economia (levando em consideração o PIB); em importações, 23º colocação; em complexidade econômica, segundo o Índice de Complexidade Econômico (ECI), 28ª posição. Dente suas principais importações globais, estão os produtos: petróleo bruto, circuitos integrados, ouro, gás de petróleo e peças de veículos. Entre seus principais parceiros comerciais, os tailandeses importam para a China, Japão, Malásia, Estados Unidos e Cingapura.

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Resumo

Sinara Bueno

Despachante Aduaneira, formada em Comércio Exterior e empreendedora. Apaixonada por criar e inovar no Comex! Trabalhou na área de importação e exportação de indústrias, consultorias de comércio exterior e, nos últimos anos, tem se dedicado aos sistemas para comex. É co-founder da Fazcomex Tecnologia para comércio exterior.

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