Exportações de Parauapebas

Ficando em terceiro lugar no ranking de cidades que mais exportam no Brasil, vamos falar das exportações de Parauapebas, cidade do sudoeste do Pará. Em 2014, o município liderou as exportações, tendo o maior superávit comercial do ano. Atualmente, encontra-se na terceira posição, ficando atrás somente das exportações de Duque de Caxias e exportações do Rio de Janeiro

Então, vamos conferir como estão as exportações da cidade paraense. Pegue uma xícara de café e vamos nessa! ☕

Exportações de Parauapebas – PA: dados

Em 2019, Parauapebas fechou o ano também em terceiro lugar, com US$ FOB 7.022,85 bilhões, uma alta de 12,4% com relação ao mesmo período de 2018, além de ter participação em 39,9% das exportações pelo Pará e 3,1% nas exportações do Brasil.

Entre janeiro e julho de 2020, Parauapebas permaneceu com a medalha de bronze, exportando US$ FOB 3.410,59 bilhões e, diferentemente do ano passado, teve uma queda de -2,8%. Mesmo assim, o superávit permaneceu, significando que a cidade mais vendeu do que comprou, totalizando US$ FOB 3.303,52 bilhões. Falando em participações, nota-se que o município fez-se presente em 33,7% das exportações paraenses e 2,8% nas exportações brasileiras.

Principais produtos exportados por Parauapebas

Em suma, as exportações de Parauapebas são dominadas pelos minérios de ferro e seus concentrados, incluídas as pirites de ferro ustuladas (cinzas de pirites), que teve 99,0% de participação, uma receita de US$ FOB 3,4 bilhões (Código SH 2601, da NCM). Em seguida, com uma participação infinitamente menor, aparecem os minérios de manganês e seus concentrados, incluídos os minérios de manganês ferruginosos e seus concentrados, de teor de manganês de => 20%, em peso, sobre o produto seco, com 0,96% (US$ FOB 32,9 milhões). Abaixo, confira a ilustração:

Imagem: Comex Stat. Janeiro até julho de 2020.

Parceiros comerciais das exportações de Parauapebas

Saindo um pouco da parte de dados técnicos, vamos ver quem foram os principais compradores dos produtos exportados por Parauapebas. Abaixo, confira a lista dos cinco principais parceiros comerciais de Parauapebas:

  1. China (69%)
  2. Malásia (13%)
  3. Japão (3,8%)
  4. Coréia do Sul (3,3%)
  5. Países Baixos – Holanda (2,9%)

A China aparece como principal parceira comercial das exportações de Parauapebas, com 69% de participação, um total, em dólares, de US$ FOB 2,3 bilhões. No ano passado, 2019, os chineses participaram de 68% das exportações, contabilizando US$ FOB 4,8 bilhões.

Em segundo lugar, vem a Malásia, com US$ FOB 429 milhões, 13% de participação. No ano anterior, o país também esteve em segundo lugar, mas com uma porcentagem um pouco menor, 11%. A receita final de 2019 foi de US$ FOB 759 milhões.

O Japão ocupou a terceira posição em 2019 e 2020, entretanto, atualmente possui uma parcela menor de participação. Enquanto no ano passado tinha 4,0% e US$ FOB 278 milhões, atualmente se mostra presente em 3,8% das exportações, com US$ FOB 129 milhões.

A quarta posição é composta pela Coréia do Sul que, com 3,3% de participação, tem uma receita contabilizada em US$ FOB 114 milhões. Com relação a 2019, o país teve uma alta na atuação, já que tinha 2,8% de participação.

E por fim, o quinto lugar é ocupado pelos Países Baixos (Holanda). É notória a queda de participação entre as exportações de Parauapebas e a Holanda, uma vez que, em 2019, tinha 3,8% (US$ FOB 266 milhões) e, atualmente, tem 2,9% (US$ FOB 100 milhões).

Para vermos melhor, confira o quadro:

Imagem: Reprodução. Comex Stat.

❱❱ Leia também importação no Brasil: principais produtos importados.

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Resumo

O que Parauapebas exporta?

Nas exportações da cidade Parauapebas predominam os minérios de ferro e seus concentrados.

Sinara Bueno

Despachante Aduaneira, formada em Comércio Exterior e empreendedora. Apaixonada por criar e inovar no Comex! Trabalhou na área de importação e exportação de indústrias, consultorias de comércio exterior e, nos últimos anos, tem se dedicado aos sistemas para comex. É co-founder da Fazcomex Tecnologia para comércio exterior.

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